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Mostrando postagens com o rótulo Comunicação

Vozes e lutas contra a invisibilidade

Primeiro Seminário de Comunicação produzido pelo FGB reuniu mais de 20 pensadores que debateram o contexto das mídias populares    O I BFCOM: Seminário de Comunicação, Cultura e Ativismos da Baixada Fluminense e Outras Periferias tentou cumprir a seguinte missão: em uma tarde, reunir as mais representativas iniciativas em jornalismo, cultura e produção cultural, além de um seleto círculo de ativistas oriundos da academia, das favelas, das ruas. Na última quarta-feira (18/09), numa pequena sala verde do Centro de Formação, em Moquetá, Nova Iguaçu, cerca de 30 pessoas assistiram a 5 mesas temáticas, além de uma mesa de abertura, em que foram debatidas quase todas as ramificações da comunicação e da cultura e suas frentes de atuação, bem como suas incidências políticas. Salienta-se que o “tentar cumprir a seguinte missão” se refere àquelas impossibilidades que, infelizmente, não contemplaram a presença de tantos movimentos, coletivos, jornais, rádios e até TV comunitárias d...

Comissão Pastoral da Terra da Diocese de Nova Iguaçu discute a violência no campus da UFRJ

Sônia Martins, da CPT, e membro associada do FGB relata drama de moradores A pesquisadora Sônia Martins, da Comissão Pastoral da Terra da Diocese de Nova Iguaçu e membro associada do Fórum Grita Baixada, participou da mesa Territórios em Conflito, na última aula do IV Curso de Extensão Mídia, Violência e Direitos Humanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (13/9). Ela relatou como a geografia política da Baixada Fluminense, em especial as regiões de Nova Iguaçu, Queimados e Japeri, se configurou numa histórica negligência do Estado, que permitiu que ocupações irregulares fossem encaradas apenas como problemas indesejáveis e nunca solucionados. “O nascimento de bairros como Vila de Cava e Lagoinha, em Nova Iguaçu, apenas espelharam o quanto os problemas habitacionais relacionados com a expansão irregular das populações periféricas nunca ocasionou nenhum tipo de preocupação do poder público e, com isso, favoreceu o aparecimento de novas disputas de p...

Violência na Baixada debatida na academia

Articulador do FGB participou de mesa sobre extermínio da juventude negra na UFRJ Em meio a mais uma crise de segurança pública que se abateu no Estado, a Universidade Federal do Rio de Janeiro dava prosseguimento a segunda aula do IV Curso de Extensão, Mídia e Violência, com um tema bem delicado: o extermínio da juventude negra, principalmente em comunidades pobres e periféricas e como essas práticas eram corroboradas pelo jornalismo hegemônico. O articulador do Fórum Grita Baixada, Douglas Almeida, foi um dos debatedores e contou como essa trajetória se revela nos territórios da região. “A Baixada sempre foi conhecida como um território hostil, pelo número de homicídios, mas essa preocupação nunca foi demonstrada pelo poder público que sempre monitorou os roubos, furtos e outros danos causados ao patrimônio, mas nunca às vidas humanas da região”, disse Almeida. A “Guerra do Rio”, que há duas semanas foi declarada não-oficialmente por um meio de comunicação das Organiz...